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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Abertura de CPI para investigar denúncia do vereador Carlos Alberto é cogitada na Câmara de Amparo

O vereador Carlos Alberto (PSDC) denunciou na tribuna da Câmara Municipal de Amparo possíveis irregularidades no pregão104/2010 (licitação pública) promovido pela Administração Municipal para a compra de merenda escolar (peixe, carnes e queijos).

Os vereadores tomaram conhecimento oficialmente do documento que o vereador já havia protocolado às 11h35 do dia 22/09 preconizando quais os itens e quais empresas vencedoras da concorrência antes que os envelopes fossem abertos, o que ocorreu somente horas depois.

O presidente da Comissão de Saúde, Educação e Assistência Social da Câmara, Dr. Tadeu (DEM), disse que vai apresentar um relatório final da comissão e possivelmente deve solicitar abertura de CPI para investigar a denúncia e todos os demais contatos com as empresas vencedoras suspeitas de possíveis favorecimentos.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Carlos Alberto exige explicações da prefeitura

O vereador Carlos Alberto Martins (PSDC) foi contundente no pronunciamento no Tribunal “Carlito Campos” da Câmara Municipal de Amparo, ao cobrar explicações da Administração Pública Municipal na paralisação das obras da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE). A obra tinha prazo de entrega em outubro de 2008 e foi prorrogado para 31 de maior de 2010.

Carlos Alberto reiterou que protocolou no Ministério Público Federal uma denúncia de quase 700 páginas com farta documentação que, em tese, comprovaria a omissão da Administração Municipal na execução do contrato e principalmente a carta fiança.


De acordo com o vereador, o erário teria sofrido um prejuízo no importe de mais de R$ 1 milhão por não executar a carta fiança ou exigir a prorrogação da garantia no aditamento do contrato com a empresa BOP Construções LTDA.


A Prefeitura de Amparo publicou o edital da concorrência internacional para licitar a nova empresa que concluiria a obra da ETE.


Carlos Alberto Martins disse que vai ler “vírgula por vírgula” do edital e pretende atacar o edital na justiça, pois acredita que somente pelo objeto contenha erros por tratar de “ampliação”.